
Eis a história do músico Johannes Elias Alder que, aos vinte e dois anos de idade, pôs termo à vida, após tomar a decisão de nunca mais dormir.
[...] Corajosamente, acalentou, até ao seu inacreditável fim, a crença de que o sono era desperdício de tempo,e portanto, pecado, e que lhe seria mais tarde cobrado no Purgatório, pois a dormir estava-se morto, ou, pelo menos, não se vivia verdadeiramente. [...]
